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O ponto de partida é o calcetamento, em 1848, da Praça do Rossio, em Lisboa. Na primeira parte do livro, assistimos aos trabalhos, executados por reclusos, sob a orientação do engenheiro Eusébio Furtado. Dá-se conta, de forma subtil, do esforço enorme e monótono dos operários à força, parecendo às vezes que o poeta toma para si a condição deles, forma de com eles se solidarizar. Mas este ponto de partida concreto e histórico não impede o autor de, insistentemente, fazer as suas reflexões sobre o sentido da vida: “(...) o que fazer das coisas / que não foram concebidas para andar no solo? / Como por vezes os nossos pensamentos.” Ou então: “Onde / um dia voltaremos ao que éramos, / contornos de uma beleza intocável, cinzas / que mal conseguiram ser brasas.”
A segunda parte concentra-se no espaço geográfico actual do Rossio, com os seus cafés e com a sua fauna urbana ― pretexto para sempre ácidas e pertinentes inquietações.
Um livro belíssimo, dos mais belos que lemos neste ano de 2009.
A obra faz parte do catálogo da Everest Editora, especializada em livros de natureza turística em edições muito cuidadas.
Trata-se de uma obra bilingue ― português e inglês ―, que passa em revista os aspectos mais importantes da cidade do Porto enquanto destino turístico.
A apresentação deste trabalho será feita no dia 25 de Novembro de 2009, pelas 18h30, no centro comercial El Corte Inglés de Gaia, com a presença dos autores (texto e fotografias).
Ao Dr. Hirondino Fernandes, notável e incansável investigador, dirigimos as nossas felicitações por mais esta publicação.
A colectânea tem o título de Pina de Morais – Crónicas no “Jornal de Notícias” (1942-1950). O trabalho de selecção, organização e notas foi da responsabilidade do Dr. João Luís Sequeira Rodrigues, especialista na obra de Pina de Morais, que já nos tinha proporcionado um importante estudo sobre o mesmo. A obra sai com a chancela da editora Labirinto, de Fafe.
Como o próprio título e subtítulo indicam, trata-se de um conjunto de poemas em que o Autor revisita lugares onde viveu e de algum modo o marcaram. Poesia eufónica, tem no intenso envolvimento emocional do Autor as suas melhores credenciais.
O título é justamente Antologia poética, e reúne poemas dos dois livros citados. Tem um prefácio de Mário Cláudio e encerra com uma nota biobibliográfica. Foi apresentada no dia 11 de Dezembro de 2009, no Auditório da Biblioteca Municipal Dr. Júlio Teixeira, em Vila Real.
A sua obra até ao momento limitava-se a dois volumes de poesia (Mar Vivo e Viagem fora do mundo, ambos de 1939), hoje muito difíceis de encontrar. O Grémio Literário Vila-Realense, com a anuência e cooperação da Família, acaba de editar um terceiro volume que reúne cerca de seis dezenas de inéditos (Poesia inédita), organizado por A. M. Pires Cabral.
O livro foi apresentado no dia 21 de Dezembro de 2009, no Auditório da Biblioteca Municipal Dr. Júlio Teixeira, em Vila Real.
Este seu mais recente livro foi já apresentado ao público em sessões realizadas em Bragança (9 de Dezembro), Pedras Salgadas (15 de Dezembro, de manhã) e Lamego (15 de Dezembro, à tarde).
Segundo o júri, «A limpidez e a precisão da escrita de A. M. Pires Cabral, a sua penetrante e austera visão dum mundo cuja expressão encontra numa espécie de imitação da terra o modelo para uma linguagem poética de invulgar intensidade, fazem deste autor um dos casos mais representativos da nossa melhor poesia contemporânea.»
Isabel Mateus (Moncorvo, 1969) acaba de dar à estampa o seu segundo livro de contos, intitulado O trigo dos pardais, impresso e distribuído pela Gráfica de Coimbra.
O livro reúne mais de uma vintena de narrativas curtas, acrescidas de uma introdução e um epílogo que se afiguram de natureza autobiográfica. De resto, os trunfos mais fortes deste livro são precisamente o apego comovido às raízes trasmontanas e a evocação do paraíso perdido da infância, servido por uma linguagem de grande legibilidade e uma técnica narrativa sóbria e eficaz.
Além de trabalhos de natureza ensaística, Isabel Mateus publicara ainda em 2009, Outros contos da montanha, de clara inspiração torguiana.
O livro será apresentado em Vila Real a 14 de Abril de 2010.
