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logoEdifício da Biblioteca Municipal Dr. Júlio Teixeira
Rua Madame Brouillard, 5000- 573 Vila Real Telefone: +351 259303083 - Fax +351 259303080
E-mail: gremio@cm-vilareal.pt >> Responsável: A. M. Pires Cabral
FALECEU AMADEU FERREIRA

amadeu ferreira Faleceu no dia 1 de Março de 2015 o escritor Amadeu Ferreira, vítima de doença que o minava há alguns meses — mais um rude golpe na cultura e literatura trasmontanas. Contava 64 anos.
Amadeu Ferreira, que era Presidente da Direcção da Academia de Letras de Trás-os-Montes, deixa uma imagem de homem afável e generoso, de uma energia inquebrantável e de uma multiplicidade surpreendente de interesses e actividades. Para além de professor de Direito e de vice-presidente da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários, o Grémio Literário Vila-Realense recorda-o sobretudo como romancista e poeta de elevada qualidade, e também como o grande paladino do Mirandês, língua para a qual traduziu, sob o pseudónimo de Fracisco Niebro, obras importantes como Os Lusíadas, os Evangelhos, a Mensagem, de Fernando Pessoa, entre outras.
Está prevista para o próximo dia 5 de Março a sessão de lançamento na Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa da sua Biografia (O fio das lembranças, da autoria de Teresa Martins Marques), e do seu último livro de poesia, Belheç / Velhice (bilingue mirandês / português).

 
CICLO ‘ESCRITORES VILA-REALENSES’ – 2.ª JORNADA

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Realizou-se no passado dia 21 de Fevereiro, com número recorde de participantes, a 2.ª jornada do Ciclo 'Escritores Vila-Realenses', com que o Grémio Literário Vila-Realense pretende divulgar algumas figuras de escritores naturais do concelho.
Nesta jornada foi feita uma visita a Vale de Nogueiras, terra natal do Escritor A. Passos Coelho, ficcionista e poeta, que evocou algumas figuras, lugares e acontecimentos que lhe serviram de inspiração. O Dr. Passos Coelho facultou igualmente uma visita à sua biblioteca, instalada num anexo adaptado para o efeito, junto da casa de família que recuperou, e ofereceu a todos os participantes um exemplar do opúsculo de sua autoria, O Compõe.
À tarde, a jornada prosseguiu em S. Pedro Velho, Mirandela, onde nasceu José Custódio, que a lenda vila-realense considera ser o Santo Soldado. Aí foi apresentada pela Urze Teatro uma peça baseada na mesma lenda.
A próxima jornada terá lugar a 4 de Julho.

 
MORADA, POESIA REUNIDA DE RUI PIRES CABRAL

rui cabral A Assírio & Alvim, uma das nossas mais prestigiadas editoras de poesia, acaba de publicar um grosso volume que reúne toda a obra poética de Rui Pires Cabral, à excepção dos livros de poemas-colagens que apareceram nos anos mais recentes, de que é exemplo Oh! Lusitania. Inclui ainda Evasão e Remorso — um conjunto de poemas que ainda não havia sido publicado em livro — e uma secção final com alguns textos dispersos e inéditos, para além de alguns desenhos de Daniela Gomes (artista vila-realense) e uma colagem de Martin Copertari na capa. Tem o singelo título de Morada.
A obra dá-nos uma perspectiva completa sobre a poesia de Rui Pires Cabral, onde estão presentes os seus cenários recorrentes: o paraíso perdido da infância, onde houve inúmeros momentos de felicidade e companheirismo, revisitado com referência explícita a muitos dos lugares onde decorreu; as andanças pela Europa, fonte de conhecimento mas também de angústias; o quotidiano baço de Lisboa, igualmente motivador de inquietações e inadequações. O poeta dirige-se frequentemente a si próprio, modo de pôr a tónica na permanente questionação do sentido da existência — ou da falta de sentido, ou mesmo, muitas vezes, do seu absurdo. «Se nos cruzássemos nas ruas desta cidade// entre desconhecidos de toda a sorte, talvez/ nos sentássemos a falar da nossa vida, isto é,/ de como vamos ficando cada vez mais órfãos/ de nós próprios. Ou, pensando bem, talvez não.»

 
DESASSOSSEGOS, DE RIBEIRO AIRES

ribeiro alves Joaquim Ribeiro Aires, que tem ultimamente andado algo arredio da poesia, para se dedicar a trabalhos de fôlego notável de natureza historiográfica, regressou recentemente à modalidade em que iniciara a sua carreira literária em 1985, ano de publicação do livro de poemas Esta cidade onde moro. Fê-lo com o livro Desassossegos, em que reúne mais de meia centena de poemas, divididos por temas muito diversificados.
Trata-se de uma poesia de fácil e amena leitura, que recusa as escabrosidades herméticas de certa poesia moderna. Poemas marcados a fogo por uma certa insatisfação: «Estes são os versos/ Da minha inquietação/ Que é um não sei quê/ Permanente/ De nunca estar contente.»
O livro, que sai com uma bela capa de Chi Pardelinha, é da responsabilidade da editora vila-realense Maronesa.

 
FALECEU LUÍSA DACOSTA

luisa dacosta A escritora Luísa Dacosta, um dos nomes cimeiros da literatura portuguesa contemporânea, unanimemente reconhecida como tal pela crítica, faleceu no dia 15 de Fevereiro de 2015, em Matosinhos, onde vivia desde longa data. De seu nome verdadeiro Maria Luísa Saraiva Pinto dos Santos, nasceu em Vila Real em 16 de Fevereiro de 1927. Faleceu pois na véspera de completar 88 anos.
A sua obra, muito diversificada e de grande qualidade literária, abrange a ficção, a crónica, o ensaio e a literatura infantil.
O Grémio Literário Vila-Realense tinha dedicado o Dia das Letras Trasmontanas e Alto-Durienses, em 16 de Março de 2012, a Luísa Dacosta, prestando-lhe uma homenagem de que constaram o descerramento de uma placa na rua onde nasceu (Cândido dos Reis), em que se pode ler um excerto do livro de contos Província, evocando essa mesma rua nos anos da juventude da Escritora, e uma palestra pela Dr.ª Maria Hercília Agarez, estudiosa da sua obra.

A Câmara Municipal de Vila Real atribuiu-lhe, em 2007, a Medalha de Ouro de Mérito Municipal.

 
XXXI Prémio de Poesia 'Cidade de Ourense'

ourenseEstá aberto até ao dia 24 de Abril de 2015 o prazo para concorrer ao XXXI Prémio de Poesia 'Cidade de Ourense'.

Lembramos que podem concorrer trabalhos originais e inéditos, apresentados em Português ou Galego, com um mínimo de 600 versos.
O Prémio está dotado com a importância de 6000 euros e inclui a publicação do original vencedor em livro.
Os poetas portugueses interessados poderão consultar aqui o regulamento do Prémio ou solicitar o seu envio ao Grémio Literário Vila-Realense (Rua Madame Brouillard, 5000-573 Vila Real).

 
CICLO ‘ESCRITORES VILA-REALENSES’ -- 1.ª JORNADA

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Realizou-se no passado dia 24 de Janeiro a 1.ª jornada do Ciclo 'Escritores Vila-Realenses', com que o Grémio Literário Vila-Realense procura divulgar algumas figuras de escritores da nossa terra.
Nesta jornada foram evocados os escritores Artur Botelho, em Alvites (sua terra natal), Camilo Castelo Branco, em Vilarinho da Samardã, e João Campos, em Prado, Borbela.
Fez ainda parte do programa uma visita ao santuário ofiolátrico de S. Bento, guiada pelo historiador Padre João Parente, cuja obra foi devidamente reconhecida durante a jornada.
A próxima jornada terá lugar em 21 de Fevereiro.

 
REVISTA TELLUS N.º 61

tellus61 O número 61 da Revista Tellus, do Grémio Literário Vila-Realense, foi apresentado no dia 13 de Novembro de 2014, em sessão realizada no Auditório da Biblioteca Municipal Dr. Júlio Teixeira. Colaboram neste número (parcialmente dedicado ao Encontro 'Saber Trás-os-Montes' realizado em 13 de Setembro de 2013, subordinado ao tema 'A gastronomia na literatura trasmontana e alto-duriense') Elísio Amaral Neves, Virgílio Nogueiro Gomes, Ernesto Rodrigues, João Leite Gomes, A. M. Pires Cabral e Manuel Cardoso.
Na mesma ocasião foi apresentado o Programa de Actividades do Grémio Literário Vila-Realense para 2015 e inaugurada a exposição 'Memórias do 1.º Congresso Trasmontano (1920)', no Grémio Literário Vila-Realense.

O número 61 da Revista encontra-se disponível para consulta na secção 'Publicações' desta página.

 
‘CASTELOS E POEMAS’ EM BRAGANÇA

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A última sessão do Ciclo 'Castelos e Poemas', organizado pelo Grémio Literário Vila-Realense, teve lugar no dia 18 de Outubro de 2014, em Bragança.
O programa incluiu visitas ao imponente Castelo, Igreja de Santa Maria e Domus Municipalis, e ainda aos Museus Militar (instalado na Torre de Menagem do Castelo) e da Máscara e do Traje (instalado numa casa recuperada intra-muros). Fez-se ainda um percurso pela magnífica mata que circunda o Castelo. Como habitualmente, foram distribuídas fichas com textos alusivos ao Castelo de Bragança. A visita foi guiada por Anabela Pereira, técnica de turismo da Câmara Municipal de Bragança, que apoiou a iniciativa.

 
‘CASTELOS E POEMAS’ EM VINHAIS

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A penúltima sessão do Ciclo 'Castelos e Poemas', organizado pelo Grémio Literário Vila-Realense, teve lugar no dia 27 de Setembro de 2014, em Vinhais.
O programa, muito completo, incluiu visitas ao Centro Histórico (Casa da Vila – Centro de Interpretação do Parque Natural de Montesinho, pelourinho manuelino, igreja matriz e muralhas), à Casa do Conde de Vinhais – Cento Cultural; ao Parque Verde de Artes e Ofícios; ao Museu de Arte Sacra, no antigo Convento de São Francisco; e ao Parque Biológico de Vinhais (Centro de Interpretação de Raças Autóctones Portuguesas, Centro Micológico e Jardim Botânico).
Como habitualmente, foram distribuídas fichas com textos alusivos ao (muito arruinado) Castelo de Vinhais.

 
CONTOS DE ISABEL MATEUS EM CHINÊS

isabel mateus O livro Contos do Portugal rural, de Isabel Maria Fidalgo Mateus, que já havia saído em 2012 em edição bilingue (português-inglês), acaba de sair em nova em edição bilingue, desta feita português-chinês.
A publicação teve a colaboração da Universidade de Macau (Mestrado de Tradução do Departamento de Português) e inclui-se na série Portuguese Insights – Bilingual Text Collection.
São 13 contos de temática regional trasmontana, precedidos de uma introdução de Patricia Anne Odber de Baubet e Gustavo Infante, e enriquecidos com um glossário no final.
É a sétima publicação da Autora.

 

 

 
OH! LUSITANIA, DE RUI PIRES CABRAL

rui p cabral Rui Pires Cabral, poeta de produção relativamente escassa mas devidamente referenciada pela crítica, acaba de publicar Oh! Lusitania, segundo volume de uma trilogia de inspiração náutica iniciada em 2013, com Broken. A edição é da Paralelo W.
Nesta trilogia, Rui Pires Cabral trilha caminhos pouco habituais, para não dizer pioneiros, na nossa poesia. É uma poesia de algum modo inspirada na banda desenhada, embora a transcenda largamente nos objectivos e também nos resultados. É feita a partir de colagens de velhas fotografias, sobre as quais o Autor cola por sua vez frases curtas, incisivas, também elas recortadas de textos pré-existentes, constituindo poemas de alta qualidade.
Oh! Lusitania é em língua inglesa. O Autor explica a razão: «[...] Todos os poemas foram por assim dizer escritos com palavras recortadas do livro The Last Voyage of the Lusitania (A. A. Hoehling e Mary Hoehling, Pan Books, 1959), no qual se relata a tragédia do transatlântico afundado por um torpedo alemão na primavera de 1915.» Tomando como ponto de partida esse livro e essa tragédia, Rui Pires Cabral constrói duas dúzias de brevíssimos poemas, divididos em três secções, que são outras tantas meditações certeiras sobre vida e morte.

 
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