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O Grémio Literário Vila-Realense acaba de receber três obras deste autor trasmontano que, confessamos, desconhecíamos por completo até há poucos dias. As obras em causa são Fantasmas de uma revolução e As duas faces da moeda, romances, e Contos dos montes ermos.
António Sá Gué, natural de Carviçais (Torre de Moncorvo), onde nasceu em 1959, é uma agradável surpresa, pelo vigor da sua prosa e pela fluidez e desenvoltura da sua arte narrativa. O livro de contos, de temática rural, vale igualmente pela utilização da linguagem popular da Terra Quente Transmontana.
O escritor macedense Manuel Cardoso, revelado em 2007 com o romance Um tiro na bruma, cuja publicação aqui saudámos na altura, volta ao romance com O segredo da Fonte Queimada, uma obra de mistério e suspense, publicada pela Sopa de Letras, tendo por figura central o célebre Dr. Mirandela, autor de um não menos célebre Aquilégio médico. No promocional, lê-se: "Na biblioteca de um velho capitão solitário figura um livro raro escrito por um médico de D. João V. Que segredos encerrará esse Aquilegio Medicinal sobre as fontes e águas de Portugal? E que águas e fontes serão verdadeiramente aquelas a que se refere o seu autor? É o que nos propõe descobrir Manuel Cardoso nesta aliciante viagem no tempo até ao Portugal do século XVIII."
O Grémio Literário promoveu a apresentação do livro em Vila Real, no dia 21 de Abril, às 21h30. Apresentou a Prof.ª Maria da Assunção Anes Morais.
O poeta trasmontano José Carlos Barros (natural de Boticas e residente em Vila Real de Santo António) venceu a edição deste ano do Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama, organizado pela Câmara Municipal de Setúbal.
O livro Os Sete Epígonos de Tebas foi escolhido, entre 144 outras obras a concurso, por um júri composto por Joaquim Cardoso Dias, João Candeias e Ruy Ventura.
Além da obra agora premiada, José Carlos Barros é autor dos seguintes livros de poesia: Pequenas Depressões (em colaboração com Otília Monteiro Fernandes – 1984); Uma Abstracção Inútil (1991); Todos os Náufragos (1994); Teoria do Esquecimento (1995); As Leis do Povoamento (1996); e Las Moradas Inútiles (edição bilingue português/castelhano, 2007).
Cafeína é a continuação de O sabor da marmelada fresca, publicado em 2008. As personagens são comuns e a história iniciada no primeiro romance prolonga-se agora em Cafeína. O primeiro romance tinha algo de Bildungsroman, em que a personagem central, João, fazia a sua aprendizagem e a sua preparação para a vida, nos aspectos mental, intelectual, ético, social, sentimental e sexual. Faltava a aprendizagem da dor e do sofrimento, que é agora o tema central de Cafeína, não obstante o seu final em happy-end.
Romance bem estruturado, de leitura aliciante, situa-se historicamente em torno do ante e pós-25 de Abril, de cujas convulsões constitui um testemunho eloquente.
“Passagens e afectos”, de João de Deus Rodrigues
6 maio 2009, 2:30 pmAnteriormente, o Autor tinha publicado dois estudos de natureza histórica e etnográfica, bem como O clamor dos Campos (poesia) e Histórias maravilhosas da Terra Quente (contos).
O livro agora aparecido colige cinquenta poemas, organizados em nove secções, mais dois poemas em jeito de introdução. Pedro Teixeira da Mota assina um prefácio em que comenta a poesia do Autor.
A sessão de apresentação, promovida pela DRCN com a colaboração do Grémio Literário Vila-Realense, teve lugar no Auditório da Biblioteca Municipal Dr. Júlio Teixeira. Iniciou-se com palavras da Directora Regional, Dr.ª Helena Gil, seguindo-se a visualização de algumas imagens durienses e outras relativas ao quotidiano do poeta. Finalizou a sessão o autor do texto, evocando a figura de homem e de escritor de António Cabral.
A lenda dos amores de Ardínia e Dom Tedo, uma das mais belas da região duriense, saiu a lume na Editora Meiosdarte e tem ilustrações de Ana Lúcia Pinto, tendo sido apresentada no dia 16 de Maio, às 11h00, no Centro Tecnológico de S. João da Madeira.
O Autor é doutorado em Cultura Portuguesa, investigador do Centro de Tradições Populares Portuguesas da Universidade de Lisboa e membro da equipa de investigação incumbida de realizar o “Arquivo e Catálogo do Corpus Lendário Português”, no âmbito da Fundação para a Ciência e Tecnologia.
Feira do Livro do Porto homenageia Luísa Dacosta
18 maio 2009, 9:13 am“Grande Cancioneiro do Alto Douro”: terceiro Volume
20 maio 2009, 12:02 pmTal como os dois anteriores, é um grosso volume de 640 páginas, em que o Autor coligiu um grande número de cantigas populares alto-durienses (letra e notação musical).
Procede, além disso, à datação histórica de muitas das cantigas, situando-as num contexto que remonta ao Galego-português, através dos vestígios das Cantigas de Amigo populares (séc. XII); mas alguns rimances são ainda mais antigos, pois remontam ao tempo de Carlos Magno (séc. VIII).
Estuda ainda a poética das letras das cantigas, numa perspectiva estética e histórica, etnográfica e sociológica.
A obra tem merecido as melhores referências por parte dos especialistas.
O P.e Lourenço Fontes é um etnógrafo de reconhecidos méritos, que muito tem lutado pela divulgação dos valores da cultura tradicional barrosã, quer através de escritos, como os dois volumes da Etnografia transmontana, quer da organização de eventos regulares, alguns dos quais chamam a Vilar de Perdizes milhares de forasteiros, como e o caso do Congresso de Medicina Popular.
Esta homenagem é pois um reconhecimento do trabalho e da dedicação do P.e Fontes em prol da região do Barroso que o Grémio Literário Vila-Realense saúda vivamente
