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O livro foi apresentado no dia 5 de Junho de 2009, pelas 21h30, no Ateneu Comercial do Porto.
Fez a apresentação o Dr. José Machado, poeta, actor e professor de literatura.
Lembramos que Bento da Cruz, natural de Peirezes, Montalegre, é autor de dezenas de livros, especialmente de romance e conto, quase todos tomando por referente a realidade humana e física em que o Autor nasceu.
A obra em questão é uma colectânea de contos, com o sugestivo, promissor e provocatório título de E morreram felizes para sempre. Saiu com a chancela da HM Editora. Apesar de contar apenas 23 anos de idade, este é já o nono título que Carla Ribeiro dá à estampa, entre poesia, romance e conto.
E morreram felizes para sempre é constituído por oito contos, na maioria curtos, de ambiência gótica, a fazer lembrar um pouco os contos de mistério e terror de Edgar Allan Poe.
Considerado um dos nomes cimeiros da jovem poesia nacional, Rui Pires Cabral mantém neste livro a qualidade a que já nos habituou. É uma poesia marcada pelo desencanto e pela busca de sentido para a vida, em que o autor projecta os seus medos e angústias com grande autenticidade e total ausência de pose e afectação – e esta será uma das razões por que os seus poemas nos tocam tanto.
Um dos primeiros poemas abre assim: «Ontem choveu sem descanso / e fizemos tudo mal. São dias / de pedra e aço – alguém sabe / onde nos levam? (…)» Está dado o mote: o resto do livro são magníficas glosas deste mote.
Armando-se de abundante documentação, Barroso da Fonte insiste na tese mais ou menos consensual do nascimento do nosso primeiro rei em Guimarães (tese que aliás o próprio Almeida Fernandes expendera anteriormente).
Nesta sua mais recente publicação, Barroso da Fonte mostra que nada perdeu da agilidade da sua prosa e sobretudo da combatividade e energia com que defende os seus pontos de vista.
É um romance que tem por ambiente Vila Real – não a actual, mas a da fundação dionisina. O subtítulo (Mistérios e lendas de Vila Real de Panóias) o confirma. De facto, é uma obra que, não sendo propriamente de natureza histórica, se enquadra num momento histórico bem definido: o da fundação de Vila Real.
Emílio Miranda oferece neste livro uma história que prende o Leitor, escrita com notável correcção de linguagem.
O livro foi apresentado ao público no dia 24 de Junho, adequadamente no Museu da Vila Velha, já que é justamente a Vila Velha cenário de grande parte do romance.
O Autor tem já pronto para publicação novo romance, Teppô-Ki – O livro dos mosquetes, de ambiência nipónica.
Muito jovem ainda, a sua escrita poética tem naturalmente qualquer coisa de ingenuamente adolescente no modo como reflecte as emoções, desilusões, anseios e revoltas da autora, mas tem igualmente uma intensidade e sinceridade assinaláveis.
O livro foi apresentado no dia 22 de Julho de 2009, em sessão organizada pelo Grémio Literário Vila-Realense. Apresentou Henrique Morgado, que fez notar um certo tom geral disfórico nos poemas de Ana Gonçalves e incitou a autora a prosseguir na escrita, dando-a como exemplo a seguir pelos jovens que tanto maltratam a língua portuguesa e manifestam total desinteresse pela actividade literária.
Do texto justificativo da atribuição, respigamos: «É unanimemente considerado um dos maiores poetas do Douro. É autor de dezenas de livros, de poesia, romance, teatro e ensaio. Deixou além disso centenas de artigos dispersos por inúmeras publicações.»
O Grémio Literário Vila-Realense congratula-se com este reconhecimento da envergadura intelectual e cultural de António Cabral no nosso panorama literário.
Lembramos que já em 1990 a Câmara Municipal de Vila Real havia galardoado o poeta com a Medalha de Prata de Mérito Municipal e que, em 2008, atribuiu o seu nome a uma artéria da cidade – justamente a rua em que vivia à data do seu falecimento.
O Jornal dos Poetas e Trovadores, sempre muito bem informado sobre a saída de novos livros, é de uma utilidade extrema para o Grémio Literário Vila-Realense, na medida em que o ajuda, e muito, a manter os seus ficheiros actualizados.
Neste número lemos cativantes referências – que muito agradecemos – a iniciativas do Grémio Literário Vila-Realense.
Numa local referente à vida do jornal, diz-se: «Queremos chegar aos 30 anos e à edição 50 da nossa inteira responsabilidade. Depois veremos.» Fazemos votos de que o jornal vá muito além dos 30 anos e do número 50 – sem com isso esquecermos quanto esforço, empenhamento e tenacidade serão para tanto necessários.
Assinalando a efeméride, o Grémio Literário Vila-Realense organizou no passado dia 17 de Setembro um programa evocativo, constando de: 18h00 — Descerramento de uma placa na casa onde nasceu (Rua da Misericórdia, n.º 38); 21h30 — Inauguração da Exposição “Os nossos escritores vistos por ...” (Grémio Literário Vila-Realense).
Aires Torres é um poeta natural daquela localidade do concelho de Sabrosa, onde nasceu em 1893. Hoje encontra-se um tanto esquecido, não obstante a qualidade da sua obra e as suas ligações à Renascença Portuguesa. A sua obra é relativamente escassa, limitando-se a dois livros ― Inquietação, de 1925, e Anda às voltas o mundo, de 1946 ― e alguns dispersos. Foi reunida em Obra poética, de 2007, com a chancela das Edições Caixotim.
Para além de poeta, José Augusto Aires Torres foi actor notável, do quadro do Teatro Nacional, militar e aguerrido opositor ao Estado Novo.
O Grémio Literário Vila-Realense felicita a Câmara Municipal de Sabrosa e a Junta de Freguesia de Parada de Pinhão pela iniciativa da criação da Casa Aires Torres.
