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O prazo de entrega de originais (que, para os poetas portugueses, poderá ser feita na Câmara Municipal de Vila Real) termina no dia 30 de Abril de 2010.
Os interessados no concurso poderão solicitar as bases ao Grémio Literário Vila-Realense, através do endereço electrónico Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou pelo telefone 259 303 083.
LUÍSA DACOSTA VENCE PRÉMIO VERGÍLIO FERREIRA
12 fevereiro 2010, 3:46 pmComo se sabe o tenente João Pina de Morais participou na I Grande Guerra, combatendo na Flandres. Ao parapeito, em que relata as suas vivências na frente de combate, foi considerado em França o melhor livro estrangeiro sobre aquela conflagração mundial, e mereceu as honras de tradução para Francês, com o título Au créneau.
A data de 29 de Janeiro foi escolhida em virtude de ser o aniversário do falecimento de Pina de Morais.
Bento da Cruz, o grande e justamente consagrado escritor barrosão, sinalizou os 50 anos de vida literária com a publicação do romance A Fárria, publicado pela Âncora Editora. Na linha dos seus romances anteriores, o cenário desta obra é o Barroso, mais propriamente as Minas da Borralha, onde, durante a II Guerra Mundial e também alguns anos depois, teve lugar uma intensa actividade ligada à exploração, mineração, comercialização e contrabando de volfrâmio. A esta actividade fervilhante e também ao ambiente de traficância, euforia e novo-riquismo proporcionado pelo lucro fácil, deu-se o nome de fárria.
O romance desenvolve-se segundo duas linhas que amiúde convergem: a história pessoal de Silvério Silvestre e a história das Minas da Borralha.
É mais um grande romance que Bento da Cruz nos oferece, ao mesmo tempo que avisa que será o fecho da sua obra literária. Oxalá o Escritor não cumpra esse voto.
Encontro de Escritores Trasmontanos e Alto-Durienses e Dia Mundial da Poesia
17 março 2010, 2:18 pm
No dia 21 de Março, o Grémio Literário Vila-Realense organiza de novo o Encontro de Escritores Trasmontanos e Alto-Durienses e e comemora o Dia Mundial da Poesia.
O Grémio Literário Vila-Realense publicou, a propósito dos 25 anos do falecimento de João de Araújo Correia, que passam este ano, um pequeno In memoriam com que assinalou igualmente o Dia das Letras Trasmontanas e Alto-Durienses (16 de Março).
Colaboraram com textos (alguns de evocação pessoal, outros de análise da obra do grande Escritor) os seguintes autores (por ordem alfabética): A. M. Pires Cabral, Alexandre Parafita, Altino Moreira Cardoso, António Fortuna, António José Borges, Francisco Gouveia, João Bigotte Chorão, José Braga-Amaral, José da Cruz Santos, Manuel Martins de Freitas, Maria Alzira Seixo, Maria da Assunção Morais Monteiro, Maria Hercília Agarez, Mário Mendes e Nuno Nozelos.
A obra já se encontra disponível na secção Publicações.
José Augusto de Pêra Fernandes (Palaçoulo, Miranda do Douro, 1958) acaba de fazer a sua estreia na área da ficção, com o romance O comboio vadio. Tendo porventura um fundo autobiográfico, narra uma história de amor de final feliz entre dois jovens, Rui e Teresa. Para romance de estreia, O comboio vadio demonstra uma apreciável segurança narrativa.
Jorge Laiginhas, que assina um curto prefácio, considera que esta obra «é, antes de mais, uma estória de fé que nos deixa o coração em festa».
Para além de colaborações dispersas, Pêra Fernandes tinha já publicado dois livros sobre aspectos relativos à cidade onde trabalha e reside: Freguesias do concelho de Bragança (2006) e O sumo das pedras de Bragança (2008).
BARROS FERREIRA: PRÉMIO FERNÃO DE MAGALHÃES GONÇALVES 2009
31 março 2010, 2:01 pm
O último título de poesia de Joaquim de Barros Ferreira, Mil vozes em conserto, foi apresentado no dia 19 de Março de 2010, no Salão Nobre do Governo Civil de Vila Real. A apresentação, feita pelo escritor Joaquim Ribeiro Aires, coincidiu com a entrega do Prémio Nacional de Poesia 2009 Fernão de Magalhães Gonçalves, atribuído ao mesmo livro pela Editora Tartaruga.
Mil vozes em conserto é o oitavo título de poesia de Barros Ferreira, que tem publicado também livros e outros estudos sobre temas de história.
A poesia deste último livro surge-nos mais amadurecida, e por isso mesmo mais intensa e depurada, revelando as inquietações de um homem que interroga o seu tempo através da notação das coisas e das sensações do dia-a-dia.
João de Sá volta à poesia (vocação tardiamente encontrada), com este Pelo sinal da terra acabado de sair. É, por assim dizer, a continuação de E de repente é noite, de 2008, como se nesse livro algumas coisas tivessem ainda ficado por dizer e alguns sentimentos por declarar. Na verdade, João de Sá volta a um registo magoado de homem que se confronta com a finitude, embora temperando a angústia e o desencanto com um ou outro momento de optimismo e fé «na possibilidade do mundo» e uma ou outra evocação do paraíso perdido da infância, tempo em que «não receávamos as veredas / para o mais fundo da noite».
São poemas de uma beleza dissolvente e sombria, com a terra – a terra-húmus, entenda-se, na sua misteriosa obscuridade – em permanente pano de fundo. A dicção é contida, rigorosa, sem uma palavra inútil. Não nos restam dúvidas: João de Sá é um dos grandes poetas trasmontanos dos nossos dias.
Com este título, publicou a Assírio & Alvim (que é, como se sabe, uma editora de referência, sobretudo na área da poesia), em Março de 2010, uma antologia de poesia portuguesa publicada em 2009.
Nessa antologia estão representados trinta e cinco poetas, entre os quais quatro trasmontanos: A. M. Pires Cabral (nascido em Macedo de Cavaleiros, residente em Vila Real), José Carlos Barros (nascido em Boticas, residente em Vila Real de Santo António), Rui Pires Cabral (nascido em Macedo de Cavaleiros, residente em Lisboa) e Vítor Nogueira (nascido e residente em Vila Real). A escolha dos poemas esteve a cargo de José Alberto Oliveira, José Tolentino Mendonça, Luís Miguel Queirós e Manuel de Freitas.
Saliente-se que o produto da venda da antologia reverte na totalidade para a AMI / Info Exclusão.
